O International Volleyball Hall Of Fame, que é o Hall da Fama da modalidade, divulgou nesta terça-feira (22.02) a relação dos países com o maior número de pessoas nessa relação, e o Brasil se destaca em segundo lugar. Os Estados Unidos estão disparados na liderança, com 65 integrantes, e o Brasil aparece em segundo, com 18.
São eles: Shelda e Adriana Behar, que contam como uma dupla, Nalbert, Giovane, Giba, Bebeto de Freitas, Maurício, Loiola, Zé Marco, Ana Moser, Nuzman, Sandra Pires, Fofão, Bernard, Emanuel, Ricardo, Serginho, Jackie Silva e o atual técnico da seleção brasileira masculina, Renan.
A instituição fica em Holyoke (Masschusetts), nos Estados Unidos, e foi criada no início dos anos 80 com o objetivo de homenagear grandes jogadores, técnicos e lideranças do vôlei em todo o mundo. E é lá onde acontecem as cerimônias de posse.
Empossada em 2015, juntamente com Bebeto de Freitas e Renan Dal Zotto, a ex-levantadora Fofao também faz questão de enaltecer a importância e o peso que é estar nesta seleta e valiosa lista.

“Ser indicada para o Hall da Fama e ter a oportunidade de fazer parte de uma relação onde estão os melhores do mundo também é muito especial. O Brasil é muito bem representado. Os que estão lá tiveram uma história muito importante no vôlei e fico muito feliz de fazer parte disso. Na cerimônia a gente descobre um pouco mais da nossa própria história. Às vezes a gente não se da conta do que aconteceu na nossa carreira e eles passam um pente fino. Só lá descobri que era a maior vencedora de todos os que estavam ali. Foi outra surpresa e essa é uma oportunidade de ser valorizada pelo que a gente fez ao voleibol”, disse Fofão.
A ex-levantadora ficou feliz ao saber da dimensão do Brasil nessa relação dos melhores do mundo. “Saber que os brasileiros também estão nessa lista como um dos maiores integrantes demonstra o que é a história do vôlei no nosso país, o que a gente conquistou e vem conquistando. Os Estados Unidos estão tentando alcançar essas mesmas conquistas e da para ver o quanto eles vem evoluindo. Mesmo assim, a gente tem um ‘Q’ a mais que faz um diferencial”, afirmou Fofão.

Escolhido em 2021, Giovane Gávio demonstra muito orgulho em integrar este seleto grupo. “É sensacional sermos o segundo maior país em representatividade no hall da fama do voleibol e não poderia ser diferente. São grandes gerações, grandes ídolos, pessoas que fizeram a diferença para o esporte, que transformaram o esporte dentro do nosso país. Desde lá de trás te hoje, nomes importantíssimos e que merecem”, disse Giovane.
O ex-ponteiro da seleção brasileira também previu novos nomes em breve. “Ainda tem muito mais espaço para essa lista e certamente em um futuro próximo veremos outros nomes porque temos muita gente boa e que faz a diferença atualmente também. Eu, particularmente, fico muito contente de ter tido essa oportunidade e por fazer parte desse movimento”, concluiu Giovane Gávio.
Além de Estados Unidos e Brasil, o ranking divulgado conta com a Rússia em terceiro lugar, bem próxima do Brasil, com um a menos (17); o Japão em quarto com oito integrantes, e Cuba em quinto, com seis.