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Fã de vôlei, a professora Malu Consolino declara amor pela seleção brasileira

Malu Consolino é mais uma das tantas e tantas fãs do vôlei brasileiro. Na verdade, somos muitos fãs reunidos aqui Na Nossa Rede. E alguns chegam para contar sua história mais detalhada. A professora de Inglês nascida em Santo André (SP) tem hoje 34 anos e começou sua história com a modalidade na década de 90, mas, segundo ela, ficou realmente próxima do vôlei entre 1998 e 1999.

“Tenho memórias da participação do Brasil na quadra e praia nas Olimpíadas de Atlanta-96, mas passei a acompanhar mesmo alguns anos depois, em 98 ou 99. Digo isso porque sofri, quer dizer, torci muito no Pan-Americano de Winnipeg, em 1999. A partir dessa época, sempre assisti às participações das seleções masculina e feminina em Olímpiadas, Liga Mundial, Grand Prix e etc. Mas sempre estive um pouco mais pertinho da masculina”, disse Malu.

De lá para cá, a paulista só esteve em um jogo presencialmente. Foi em 2012, no ginásio Poliesportivo, em São Bernardo (SP), pertinho da sua casa. A lembrança é boa, mas tem um detalhe um pouco frustrante que Malu relembra se divertindo.

“A única vez que assisti a um jogo ao vivo foi na Liga Mundial. O Brasil jogou contra o Canadá, e me lembro desse dia com muito carinho. Inclusive tenho uma história engraçada: eu corri para tentar tirar uma foto com o Giovane, mas não cheguei a tempo e ele foi embora”, contou Malu Consolino.

Malu em frente ao ginásio no único jogo que assistiu presencialmente (Foto: arquivo pessoal)

Nesse tempo em que acompanha o vôlei, porém, Malu não criou com Giovane Gávio sua maior relação de fã. A paulista escolheu outro atleta como seu preferido e não esconde a informação: Bruninho é o jogador que mais admira entre tantos outros que ela também tem um carinho especial.

“Admiro muitos atletas, mas o meu favorito é o Bruno Rezende, o que significa chocar um total de zero fãs do Na Nossa Rede (risos). Ele é nosso muso número 1, não vou mentir, mas, além disso, claro, conseguimos ver como ele é dedicado, e é consistente em relação ao que diz e o que desempenha dentro de quadra”, destacou Malu.

Apesar de acompanhar constantemente, a professora de inglês garante que não tem um time preferido. Sua torcida, de um modo geral, é mesmo para as seleções brasileiras.  

“Não torço para nenhum clube em específico (risos). Na maior parte do tempo acabo focando na seleção, porém estou acompanhando bastante a temporada 21/22 da Superliga. Cada dia torço para um time diferente”, se divertiu Malu.

Registro de Malu no jogo da seleção masculina, em São Bernardo (Foto: arquivo pessoal)

O que o vôlei representa é, segundo a professora, até difícil de explicar, mas dá para a gente identificar o seu amor pela modalidade.

“Por meio do vôlei, podemos expressar diversas emoções. Ao mesmo tempo em que nos entretém, também podemos expressar nosso amor por um clube ou por nosso país. Até podemos ficar tristes em alguns momentos, mas temos muito mais motivos para sorrir, celebrar ou se emocionar. É difícil colocar em palavras, mas acho que é por isso que gosto tanto do esporte”, explicou Malu.

Se não deu para seguir a carreira quando ainda era estudando, a paulista ainda espera se tornar uma atleta de vôlei amadora. Os benefícios são muitos pelo ponto de vista da professora de Inglês.

“Pretendo um dia, quem sabe em breve, aprender a jogar vôlei. Cheguei a jogar na escola, mas mal e acabei desenvolvendo somente meu lado fã (risos). Além de ser uma ótima atividade física, também é um exercício mental que trabalha o foco, a disciplina e a resiliência”, concluiu Malu Consolino, deixando claro que entendeu muito do que a modalidade tem a ensinar.