O vôlei está cada vez mais físico – mesmo o feminino, que dirá o masculino – e as pancadas são cada vez mais fortes. O líbero, responsável pela função de passar o saque adversário e defender os ataques do time que está do outro lado da rede, é quem sofre. Mas, a verdade é que não tem força que assuste o atleta que decidiu atuar nesta posição.
Na seleção feminina, a líbero Natinha afirma que não pode haver receio algum e nem pensar duas vezes antes de se jogar para defender todas as bolas possíveis e ajudar seu time ou sua seleção. “Zero medo. Não tem que ter medo, afinal, se o líbero tiver medo, não é líbero”, brincou Natinha.

A jogadora que está com a seleção brasileira na disputa da Liga das Nações vem sendo referência na posição e estará à disposição do técnico José Roberto Guimarães ainda nesta quinta-feira (30.06), quando o Brasil entrará em quadra às 14h (Horário de Brasília) para enfrentar a Coreia pela terceira etapa da competição.
Natinha destaca, ainda, que o líbero tem outro papel que considera de extrema importância dentro de quadera.
“A gente precisa ajudar o time a defender, precisa subir bola, colocar o time para cima e, por isso, eu acho que o líbero é o termômetro do jogo. Se a gente está ali defendendo, passando, chamando o time, o time anima e dá aquele fogo, aquela coisa gostosa”, concluiu Natinha.